Revista Galwan 2020

HISTÓRIAS DE PESCADOR Grupo formado por condôminos da Galwan e amigos realizam viagem de pesca e colecionam lembranças e grandes momentos no Pantanal brasileiro C om mais de 200 espécies de peixes, paisagens de tirar o fôlego e todo o esplendor da fauna e flora brasileira ao alcance dos olhos, as águas doces do Pantanal são o cenário de grandes histó- rias e belas lembranças de um grupo de con- dôminos da Galwan. Com 250 mil quilômetros de extensão, o Pantanal é a maior planície de inundação do mundo com 250 mil km² de ex- tensão, que corta os estados do Mato Grosso e Mato Grosso do Sul e ainda nossos vizinhos latinos como a Bolívia e o Paraguai. Organizados pelo gerente comercial da Gal- wan, Romário Setubal, os grupos de pesca com condôminos da Galwan aconteceram de forma natural e contribuíram para formação de gran- des amizades. “Em conversas informais surgia o assunto. Um e outro falava, aí começamos a marcar as viagens, e o fascínio pela pescaria nos uniu. O Pantanal, na região de Corumbá, é o sonho de todo pescador e sempre o indico como o primeiro destino de viagem de pesca”, conta. Pescador experiente, Romário conta que já fez 18 viagens de pesca e conta que, mesmo quem não é adepto do hobby, acaba voltan- do em outras excursões. “Quem vai a primei- ra vez, está condenado a querer ir sempre e não é por causa dos peixes. O que torna esses momentos especiais é a tranquilidade de tudo. Lá ficamos sem internet e deixamos os títulos LAZER LAZER da cidade de lado. Ninguém é juiz, engenheiro, chefe, todos somos pescadores quando esta- mos lá. Essa simplicidade nos cativa”, comenta. Essa foi a experiência do empreendedor Marcos Matavelli, que foi condômino do Edi- fício Mar das Antilhas. Ele relata que não era muito fã de pesca, mas acabou “fisgado” após a primeira viagem ao Pantanal. “Me faltam palavras para expressar tudo o que vivemos numa viagem dessas. Aconselho a todos que vivam essa experiência. Eu fui para Corumbá e Teles Pires, no Pantanal Matogrossense, e lá tive o privilégio de ver uma onça pintada atravessando o rio a nado, sucuri nadando pertinho do barco, mas o que mais me marcou é que tivemos a oportunidade de virar crian- ça de novo. É muito divertido. Damos mui- tas risadas com os companheiros do grupo. Oportunidade incrível de recarregar as bate- rias e voltar para a rotina renovado”, conta. Esses momen- tos de diversão tam- bém são lembranças fortes na memória do empresário Ronaldo Setubal, proprietário de espaço comercial no Global Tower. “Eu pesco em alto mar desde pequeno com meu pai, mas a experiência no Pantanal é algo muito diferente e especial. Viajamos cerca de 30 horas rio adentro até chegar no local de pesqueiro e um dos momentos que mais nos divertimos eu passei com meu filho e companheiro de pesca, Alexsander Soares Setubal. Nesse dia, pegamos o barco mais potente disponível e passávamos pelos nos- sos colegas tirando onda, só que ao final do dia, nosso motor pifou e ficamos à deriva. Por fim, fomos resgatados pelo colega Vaval, que estava com o barquinho com o motor com a menor potência. Foi motivo de muita risada e brincadeira”, relembra. 78 • R e v i s t a G a l w a n R e v i s t a G a l w a n • 79

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