Revista Galwan 2026

Capixabas, e tivemos a chance de fazer algo com uma dessas mulheres que ainda estavam entre a gente. Dona Lenira era uma dessas mulheres incríveis. E QUAIS OS PROJETOS PARA O PARQUE? O parque vai fazer quatro anos em maio de 2026. Já temos quase 200 mil visitantes nesse tempo. Também ganhamos uma galeria de arte, para exposições temporárias, que é um suces- so. Com a chegada do Instituto, o parque está abrindo de terça a domingo e ampliamos a nossa atuação nos eventos. Fizemos uma parceria com a Vale para o projeto Sílabas e Sons, trazendo no- mes nacionais como Conceição Evaristo, Danilo Caymmi, Zezé Motta, Silva, entre outros. Também fizemos um projeto muito bacana chamado Vizi- nhança, que convidava os vizinhos a vir, visitar e a fazer parte deste pertencimento. Muitas pessoas que moravam aqui no entorno nunca tinham en- trado na área da Casa do Governador. Nossas visitações podem ser espontâneas pela manhã e visitas agendadas à tarde, com grupos de escolas, grupos de convivência. Eles visitam as 34 obras do parque ao ar livre, a exposição itinerante da galeria e participam de dinâmicas. Nossa missão é colocar o Espírito Santo no mapa nacional da cultura. Fazer com que as pessoas venham para cá também pela nossa cultura, assim como vêm pelo café, por exemplo. Estamos com o Teatro Carlos Gomes reformado, vamos entregar o Cais das Artes e lançamos o Armazém do Porto como espaço de arte. Aqui no parque, tivemos a primei- ra edição da Flinc, Feira Literária Internacional Capixaba, reunindo mais de 60 autores. DEPOIS DE DEMOCRATIZAR A CASA, VAMOS DEMOCRATIZAR TAMBÉM A PRAIA? Abrimos para alguns eventos da canoa, dos nadadores, mas não podemos esquecer que esta praia se tornou um estuário para a vida marinha. Temos aqui muitas tartarugas, ar- raias e espécies que têm este cantinho como um refúgio. Então, pontualmente, abrimos para eventos de esportes aquáticos, mas sem com- prometer este estuário. O diretor do Instituto ArteCidadania, Fred Mascarenhas, e Dona Virgínia na porta da galeria de exposições temporárias A bailarina Lenira Borges foi tema do projeto Arte em Movimento, que aconteceu no Parque Cultural 32 • Revista Galwan CAPA

RkJQdWJsaXNoZXIy ODE4MzY4