Revista Galwan 2026

Monumento da década de 1920, o teatro foi reaberto depois de 10 anos e volta a pulsar para inspirar novas gerações de artistas e emocionar o público Daniely Borges N o coração do Centro de Vitória, a cultura passa a pulsar com ain- da mais força. Após dois anos de restauro, o Theatro Carlos Gomes volta à cena com festa. O monumento, rei- naugurado em novembro, permaneceu quase uma década sem atividades. Além da reto- mada do teatro para a cidade, o Governo do Estado avança para finalizar as obras do Cais das Artes, na Enseada do Suá. Não faltam motivos para comemorar. O restauro do Carlos Gomes foi realizado pelo Instituto Modus Vivendi, por meio da Lei Rouanet, resgatando a originalidade históri- ca e arquitetônica do prédio, fator importante para a memória afetiva do capixaba. As obras foram executadas a partir de acordo de coo- peração com o governo do Estado, por meio da Secretaria da Cultura (Secult), como parte da iniciativa Resgatando a História, com re- cursos do Banco Nacional de Desenvolvimen- to Econômico e Social (BNDES) e da EDP, por meio da Lei Federal de Incentivo à Cultura, totalizando cerca de R$ 20 milhões. Fabrício Noronha, secretário de Estado da Cultura, ressalta que o Carlos Gomes é um símbolo da história e da força da cultura ca- pixaba. “Sua entrega representa não apenas a recuperação de um patrimônio arquitetô- nico e afetivo, mas também resgata a nos- sa identidade e trajetória cultural que molda quem somos”, afirma. Além da restauração, as obras moder- nizaram o espaço com foco na acessibili- dade e na segurança. Foram instalados Gabriel Lordello Revista Galwan • 35 CULTURA

RkJQdWJsaXNoZXIy ODE4MzY4