Revista Galwan 2022

vitivinícolas, sendo atrativa pelo Sauvignon Blanc, como Maborough, zona mais soalheira do país, considerada a capital do Sauvignon Blanc. A primeira vinícola da Nova Zelândia foi plantada por um missionário inglês em 1819, mas foram os imigrantes da antiga Iugoslávia (atual Croácia) os verdadeiros pioneiros do vi- nho comercial na Nova Zelândia, na virada do século passado, na região de Kumeu, na Gran- de Auckland, Ilha do Norte. Já a Austrália produz tintos como Pinot Noir, Cabernet Sauvignon e Shiraz, este último com uma identidade muito própria. O país tem sete grandes zonas de produção, sendo elas: Vic- tória e New South, no Sudeste; Queensland ao Nordeste, e logo acima New South Weles. Para o Oeste está a macrorregião de South Austrália (centro sul do país) e a Nortthen Territory, aci- ma. Por último, Western Austrália, a maior de todas. A ilha da Tasmânia também produz vinho. A produção na Austrália também come- çou no século XVIII, mas por muito tempo foi utilizada para consumo interno, o que mudou bastante a partir da década de 80, com distri- buição principalmente para o mercado inglês. Hoje, todo o mundo consome os vinhos da Oceania, muito deles premiados mundialmente. Falar em Nova Zelândia e Austrália sem falar de sua produção de vinhos é impossível e via- jar para estes países sem incluir visitas a pelo menos vinícolas próximas aos grandes cen- tros é improvável. Portanto, faça as malas rumo a este admi- rável mundo novo em todos os sentidos e des- cubra porque a Nova Zelândia é muito mais que suas ovelhas e a Austrália vai bem além do salto de seus cangurus e como eles conse- guem dialogar tão bem com vinhos e esportes. Vida ao ar livre e boa mesa; altos índices de civilização com desenvoltura e descontração. Moai - Nova Zelândia Sydney, Austrália TURISMO TURISMO 66 • R e v i s t a G a l w a n R e v i s t a G a l w a n • 67

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